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Instituto Unimed-BH promove apresentação gratuita da Filarmônica de Minas Gerais em Betim
De volta com suas apresentações ao ar livre, Orquestra realiza concerto com repertório totalmente brasileiro
No dia 24 de julho, domingo, a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta na série “Filarmônica na Praça”, às 11h, na Praça Milton Campos, em Betim, com entrada gratuita. Sob a batuta do maestro José Soares, Regente Associado da Filarmônica, a Orquestra apresenta um repertório totalmente brasileiro, destacando a variedade de estilos e as influências das nossas raízes na música orquestral feita no país, com obras de Alberto Nepomuceno, Eleazar de Carvalho, Francisco Mignone, Gilberto Mendes, Guerra-Peixe, Lorenzo Fernandez e Carlos Gomes.
Para o maestro José Soares, “as apresentações em praça pública reforçam nossa tradição de ampliar o acesso à música de concerto e conquistar novos públicos. É muito importante que um número cada vez maior de pessoas tenha a oportunidade de assistir à Orquestra”. Sobre o repertório, José Soares diz que “o público vai ficar encantado por ouvir obras de grande beleza e qualidade criadas por brasileiros”.
Este projeto é apresentado pelo Instituto Unimed-BH, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com apoio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. “É com alegria que mais uma vez trazemos uma apresentação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais para a população de Betim, cidade de grande importância para a história da nossa Cooperativa. Este projeto também consolida nossa parceria de mais de 10 anos com o Instituto Cultural Filarmônica, instituição de grande relevância para a música de concerto e formação de público”, declara a diretora presidente do Instituto Unimed-BH, Mercês Fróes. A apresentação também marca a programação do Circuito Instituto Unimed-BH, que retorna à Praça Milton Campos, em Betim.
Realização: Instituto Cultural Filarmônica.
Este concerto conta com o apoio da Prefeitura de Betim.
Maestro José Soares, Regente Associado
Natural de São Paulo, José Soares é Regente Associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, tendo sido seu Regente Assistente desde as duas temporadas anteriores. Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio (Tokyo International Music Competition for Conducting 2021), recebendo também o prêmio do público. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou com o maestro Claudio Cruz e teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin. Foi orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Pelo Prêmio de Regência recebido no festival, atuou como regente assistente da Osesp na temporada 2018. José Soares foi aluno do Laboratório de Regência da Filarmônica e convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Atualmente, cursa o bacharelado em Composição pela Universidade de São Paulo.
Programa
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Filarmônica na Praça
24 de julho, domingo, 11h
Praça Milton Campos – Betim (MG)
Concerto gratuito
Programa
José Soares, regente
Francisco M. da SILVA Hino Nacional Brasileiro
Alberto NEPOMUCENO O Garatuja: Prelúdio
Alberto NEPOMUCENO Batuque
Eleazar de CARVALHO Tiradentes: Prelúdio do 3º Ato
Francisco MIGNONE Congada, Dança Afro-brasileira
Oscar Lorenzo FERNANDEZ Batuque
Gilberto MENDES Ponteio
César GUERRA-PEIXE Mourão
Carlos GOMES Fosca: Sinfonia
Carlos GOMES O Guarani: Protofonia
Sobre a Orquestra
A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzida pelo seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas. O grupo recebeu numerosos menções e prêmios, entre eles o Grande Prêmio da Revista CONCERTO em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano. O CD Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, lançado em 2020 pelo selo internacional Naxos em parceria com o Itamaraty, foi indicado ao Grammy Latino 2020. A premiação dada pela Revista Concerto teve como tema “Reinvenção na Pandemia” e destacou as transmissões ao vivo de concertos realizadas pela Filarmônica em 2020, em sua Maratona Beethoven, e ações educacionais como a Academia Virtual.
Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, os Clássicos na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto. Além disso, desde 2008, várias cidades receberam a Orquestra, de Norte a Sul, passando também pelas regiões Leste, Alto Paranaíba, Central e Triângulo.
A Orquestra possui 9 álbuns gravados, entre eles dois que integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty, com obras dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno e Almeida Prado. O álbum de Almeida Prado, lançado em 2020, foi indicado ao Grammy Latino de melhor gravação de música erudita. A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.
Sobre o Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando à formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentar a economia criativa, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$155 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, fundos do Idoso e da Infância e Adolescência, com o apoio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. No último ano, mais de 6,5 mil postos de trabalho foram gerados e 4,8 milhões de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Acesse www.institutounimedbh.com.br e saiba mais.
Evento aberto para a comunidade marca os 15 anos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH
Diversas atrações marcaram o aniversário do projeto que há mais de uma década vem transformando a vida de crianças e jovens do Morro das Pedras
O Instituto Unimed-BH é o braço social da Unimed-BH e há quase duas décadas tem realizado ações de grande impacto social em Belo Horizonte e região metropolitana. Uma delas é o projeto Escola de Artes Instituto Unimed-BH que acaba de completar 15 anos e desde a sua inauguração vem transformando a vida de centenas de crianças e jovens do Morro das Pedras. Para celebrar o aniversário do projeto, o Instituto Unimed-BH preparou um grande evento para alunos, pais e moradores da comunidade. A ação ocorreu no sábado, 26/11, na Escola Municipal Hugo Werneck, localizada no bairro Grajaú, em parceria com a Coreto Cultural, por meio do Programa Somos Comunidade.
A programação começou com a apresentação do grupo Tamborilata, formado por jovens da comunidade que se apresentam com instrumentos feitos com materiais recicláveis. Entre as atividades que aconteceram no local estão oficinas de percussão com o Grupo Cultural Arautos do Gueto, oficina de danças urbanas, oficinas de brinquedos de material reciclável com o grupo Estação Criativa, oficina de varal de desenhos e brincadeiras de crianças conduzidas pelo grupo Makambas Brincantes.
A diretora-presidente do Instituto Unimed-BH, Mercês Fróes marcou presença e reforçou a importância do projeto. “A Escola de Artes Instituto Unimed-BH é uma das ações mais longevas do Instituto Unimed-BH e da qual temos muito orgulho de apoiar. São 15 anos promovendo cidadania e mudando a vida de dezenas de crianças e jovens”, afirma Mercês Fróes.
Para a diretora da Escola Municipal Hugo Werneck, Maria Gorete Fóscolo de Moura Gomes, o projeto Escola de Arte é uma forma de ampliar o currículo escolar com atividades de lazer e cultura para os alunos. “Esses momentos fortalecem as relações entre a comunidade e a escola e abrem as portas da esperança! São momentos de troca que ressignificam a identidade no território de pertencimento. Ficamos emocionados com a alegria das crianças e dos responsáveis”, declarou.
O aniversário de 15 anos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH contou ainda com o envolvimento de colaboradores e cooperados voluntários da Unimed-BH que apoiaram na execução de várias atividades.
Apresentação artística para a família
O ponto alto da celebração dos 15 anos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH foi a apresentação artística das turmas de percussão, balé, danças urbanas e jazz. A apresentação ocorreu na quadra da Escola Municipal Hugo Werneck, que ficou lotada com a presença de pais de alunos e moradores do Morro das Pedras.
Nova etapa do Somos Comunidade
O aniversário da Escola de Artes também marcou o início do novo ciclo do Programa Somos Comunidade, conduzido pela Coreto Cultural. De volta ao formato presencial, o Somos Comunidade mantém a arquitetura implementada em 2020/21, que entrelaçou em suas etapas a escuta, a formação e a criação coletiva. O evento teve como objetivo mobilizar a comunidade para engajá-la às ações do ciclo, por meio de um processo contínuo de escuta, diálogo e reflexão sobre suas demandas socioculturais.
Além das oficinas e atividades recreativas, o evento promoveu bate-papo sobre artes cênicas e economia criativa entre a artista gráfica e visual Mari Flô, o poeta e músico Menino Jazz, e o fotógrafo e designer Iago Viana, jovens talentos do Morro das Pedras que participaram da última edição do Somos Comunidade. Após as apresentações das turmas de ballet, jazz, danças urbanas e percussão da Escola de Artes Instituto Unimed-BH, o encontro acabou em uma roda de música que reuniu sambistas, percussionistas e rappers da comunidade.
